O consumo de estética facial atravessa um processo claro de amadurecimento. O paciente está mais informado, mais criterioso e menos orientado a decisões imediatas. De acordo com a Global Consumer Insights Survey (GCIS), pesquisa realizada pela PwC, 79% dos consumidores brasileiros pesquisam antes da decisão final de compra, percentual muito acima dos 56% registrado mundialmente. Nesse contexto, procedimentos com resultados previsíveis e efetivos como o uso de bioestimuladores se consolidam como o procedimento mais procurado, refletindo uma mudança estrutural no perfil de consumo.
Dados da Universidade Municipal de São Caetano do Sul (USCS) indicam que os bioestimuladores ocupam a primeira posição entre os procedimentos mais realizados durante o verão. Mas o dado não deve ser lido de forma isolada. Ele se conecta à expansão do mercado de estética não cirúrgica e, principalmente, à evolução do comportamento do consumidor, que passa a priorizar prevenção, manutenção e construção gradual de resultado.
A distribuição etária dos procedimentos reforça essa leitura. Cerca de um terço das aplicações ocorre entre pessoas de 25 a 34 anos, enquanto aproximadamente 29% concentram-se na faixa dos 35 aos 44 anos. Trata-se de um público que não busca correção tardia, mas controle do envelhecimento, preservação da qualidade da pele e planejamento de longo prazo. Os bioestimuladores atendem diretamente a essa demanda ao atuar na estimulação de colágeno e na melhora progressiva da estrutura cutânea.
O início de ano favorece procedimentos com resultado gradual e sem alterações abruptas na aparência, que respeitem um planejamento estético. A maior exposição social, a intensificação de agendas e a manutenção da rotina ampliam a preferência por tratamentos que não exigem afastamento e não apresentam sinais evidentes de intervenção.
Esse comportamento também se relaciona à consolidação do autocuidado como prática regular. O estudo “Além dos Filtros”, encomendado pela Allergan Aesthetics, aponta que 89% dos entrevistados consideram o cuidado com a aparência um dos hábitos mais importantes para o bem-estar, ao lado da alimentação saudável e da atividade física. Essa percepção ajuda a explicar por que os bioestimuladores deixaram de ser associados a estágios avançados da jornada estética e passaram a integrar a rotina de quem inicia mais cedo.
Do ponto de vista do modelo de negócio, os bioestimuladores ocupam papel estratégico. São procedimentos com ticket médio qualificado, alto potencial de recorrência e menor dependência de datas específicas ou estímulos promocionais. A necessidade de acompanhamento e continuidade favorece a organização da agenda e a construção de relacionamento de longo prazo, inclusive em períodos tradicionalmente considerados sazonais.
À medida que o procedimento se torna mais técnico, cresce também a importância da marca na decisão do consumidor. Quem procura bioestimuladores busca segurança clínica, método e padronização. Em um mercado mais maduro, clínicas e redes estruturadas passam a concentrar vantagem competitiva ao oferecer protocolos consistentes, ambiente profissional e previsibilidade de resultado, especialmente junto ao público iniciante.
Quem entende esse movimento, antecipa e organiza processos, aumenta os ganhos e cria fidelização. A atualização constante e método são diferenciais para saber se posicionar no mercado estético. Entre em contato e descubra todos os benefícios estratégicos de ser um franqueado Botocenter.
